Um dia a pergunta será: Como não éramos Cloud?

Um dia a pergunta será: Como não éramos Cloud?

Recentes estudos da consultoria Gartner e da Veritas Tecnologies tem convergido em uma análise que aponta que nos próximos três anos uma parte muito expressiva de aplicações corporativas terão migrado para soluções Cloud, indicando uma gradativa extinção de soluções de software “não-cloud”.

É inegável que esse avanço se dá por conta da busca incessante de redução de custos e melhoria de processos que as empresas têm que se ocuparem em uma época de retrações econômicas críticas.

Mas ao lado das inúmeras e clássicas vantagens que a contratação de modelos Cloud proporcionam, existem alguns benefícios, que a modalidade pode trazer em velocidade de implantação, independência de TI interna e software sempre atualizados, que podem ser auferidos pelas áreas usuárias das aplicações.

Em termos de duração dos projetos de implantação de sistemas no modelo Cloud ou “On-Premises”, usualmente não diferem de maneira significativa. O que acontece, no entanto, é que todo o trabalho de preparação da infraestrutura requerida para a nova aplicação é disponibilizada pelo fornecedor da solução Cloud em um tempo significativamente menor. Para o usuário isso vai resultar em um go-live mais rápido.

A outra possibilidade de benefício, a da questão de independência da TI interna, não está apoiada em um hipotético confronto de áreas usuárias com a área de sistemas. Neste aspecto trata-se de aplicações com finalidade muito específica, como os que gerenciam currículos, ou complementares aos sistemas principais da companhia, aqui o exemplo é do Salesforce, que pode ser contratado de fornecedores independentes na modalidade Cloud.

Com relação a questão dos softwares estarem permanentemente atualizados, sempre tem sido um grande desafio para as áreas de TI e, por que não dizer, para os usuários também.   Aplicações de missão crítica, como são todas aquelas afetadas por constantes alterações de legislação implicam em aplicações de patchs ou atualização de releases com uma frequência tal que por vezes demandam grandes esforços das áreas usuárias e de TI. Em softwares operados em ambientes Cloud de fornecedores, tais situações são absolutamente transparentes aos usuários por se constituírem em requisito do serviço contratado.

Ao apontarmos benefícios potenciais às áreas usuárias, não podemos deixar de entender que alguns deles, como por exemplo, os dois últimos, também se constituem em fatores positivos para a área de TI, reduzindo a pressão da demanda por recursos ou enormemente controlados em sua alocação, uma vez que esta área geralmente é acionada apenas durante a fase de escolha do software para avaliação técnica de toda a oferta cloud.

Ao longo dos próximos anos iremos ver multiplicarem-se os benefícios do uso da modalidade Cloud, tanto para as áreas usuárias como para a área de sistemas.

Nós aqui na Techware estamos atentos e empenhados não só na identificação desses benefícios como também no compartilhamento deles com nossos clientes.