Júnior, Pleno e Sênior: diferença vai além do salário

Júnior, Pleno e Sênior: diferença vai além do salário

Está enganado quem acredita que a diferença das classificações limita-se apenas a salários. Na verdade, os cargos são importantes para definir outras informações sobre o nível de cada profissional.

Empresas grandes costumam dividir em vários níveis, desde trainee até o nível master. Dentre esses níveis, diversas exigências são feitas com relação a experiência de mercado, formação profissional e tarefas a serem executadas. 

Os cargos de júnior, pleno e sênior são os mais comuns e costumam ser divididos da seguinte forma:

  • Júnior: 

É necessário experiência há mais de 5 anos para executar funções mais simples, que não envolva grandes tomada de decisões. A formação deve ser recém-formado.

  • Pleno:

A experiência pode variar de 6 a 8 anos, com funções mais específicas e tomadas de decisões. A formação desejada é pós-graduado.

  • Sênior:

Aqui o cargo destaca-se para gestores e líderes e é desejável curso de especialização em gestão. Nesse caso, pode ser necessário experiência acima de 8 anos.

Apesar dessa divisão ser a mais comum, é importante ressaltar que cada empresa pode definir como será dividida suas tarefas e cargos. Muitas pessoas que buscam recolocação no mercado costumam reclamar que as exigências não tem sido equilibradas com a faixa salarial oferecida. 

É importante que a empresa apresente essa divisão de forma justa, com oportunidades de planos de carreira, tornando essa divisão uma forma de estímulo para a sua equipe.